domingo, 23 de agosto de 2015

Em requalificação, ou talvez não!

«Isto significa que apesar de sempre ter sido uma funcionária cujo mérito profissional foi por diversas vezes reconhecido, como o seu currículo o demonstra, Ermelinda Toscano (a técnica superior que agora foi colocada em situação de requalificação) esteve:
Com dez meses sem vencimento e com dois subsídios de férias por pagar, além de 24 dias de licença por gozar, como trabalhadora da Assembleia Distrital de Lisboa;
A que se juntou o mês de julho também sem receber ordenado e desconhecendo quem no Estado era, afinal, a sua entidade empregadora (isto depois de publicado o despacho de julho que transferiu a Universalidade da Assembleia Distrital para o Estado português);
E, agora, publicado o despacho dapassada quinta-feira, são mais 20 dias de salário que ficam por pagar, e sem perspetivas de quando passará a receber os 60% da remuneração a que tem direito como “trabalhadora em requalificação” já que o INA ainda não a reconhece como tal por não ter conhecimento oficial daquele despacho.»


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